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X Conferência Latino Americana de Software Livre

de 16 a 18 de outubro de 2013 - Foz do Iguaçu | PR | Brasil

Latinoware 2012 começa nessa quarta-feira (17) com atrações para nerds e leigos

Em: outubro 16, 2012 as 14:10 por

Diversas áreas estarão representadas nas atividades da Latinoware 2012.

Mais de 4 mil participantes são esperados para a nona edição da Conferência Latino-Americana de Software Livre (Latinoware). O evento começa nessa quarta-feira (17), no Parque Tecnológico Itaipu (PTI), com mais de 200 atividades, como palestras, mesas redondas, minicursos e outras ações relacionadas às tecnologias livres.

A abertura oficial do evento está marcada para as 14h – no Cineteatro dos Barrageiros – porém as palestras serão realizadas já a partir das 10h. Por volta das 11h, o espaço de exposição será aberto ao público, onde os representantes de projetos, grupos de usuários e comunidades do software livre poderão divulgar os produtos, serviços e trabalhos desenvolvidos.

Muito se engana aqueles que pensam que o evento tem conteúdo puramente técnico. Várias atividades devem despertar o interesse do público ainda leigo na área, como a apresentação do computador Raspberry Pi, que é comercializado a partir de apenas US$ 25 nos Estados Unidos.

A partir das 12h, Claudimir Zavalik e Ankesh Sharma, diretores de uma empresa gaúcha de TI, vão contar um pouco sobre o projeto, criado na Universidade de Cambridge como uma plataforma de hardware de baixo custo para aplicações educacionais. O computador chama a atenção por ter placa única e não ter um disco rígido. “O armazenamento de dados e do sistema operacional realizados através de cartões SD”, conta. Durante o evento, alguns exemplares do computador serão sorteados entre os participantes da conferência.

Ainda na quarta-feira, a partir das 11h, a privacidade e segurança para as crianças e adolescentes nas redes sociais será tema da palestra de Gracielle Torres, fundadora do projeto ‘Proteja seu filho na Internet’. Além de apresentar um panorama sobre o assunto, ela vai mostrar os perigos escondidos nas redes e dar dicas de como prevenir o surgimento de problemas como tráfico de drogas e pedofilia.

“Sabemos que não é possível manter nossos filhos à margem da tecnologia, nem tampouco excluídos das redes sociais. O meu propósito é mostrar que é possível a sua utilização com responsabilidade e segurança, aproveitando o melhor do seu poder de sociabilização”, disse.

Ônibus Hacker “desembarca” na Latinoware

Como um verdadeiro laboratório sobre quatro rodas, o “Ônibus Hacker” pela primeira vez irá desembarcar na Latinoware. Criado em 2011, o projeto tem como intuito viajar pelas cidades brasileiras que estejam desenvolvendo ações relacionadas à apropriação tecnológica, questionamento e exercício de direitos.

Para o primeiro dia de evento, o veículo será palco de oficinas e atividades culturais. Na área externa, tendas e cadeiras serão montadas para receber os vistantes que buscam novas tecnologias e processos de conhecimento livres. Um dos destaques será a oficina “DIY: Rádio Livre – montagem da infraestrutura de uma rádio: da configuração da antena ao transmissor”, com Pedro Belasco.

Presença feminina

As áreas de tecnologia, até pouco tempo restringida ao universo masculino, contam cada vez mais com a presença das mulheres. Uma prova dessa expansão é a Latinoware 2012, que vai oferecer um espaço exclusivo para elas discutirem assuntos tecnológicos e a causa feminina no setor.

A partir das 11h, uma mesa redonda irá contar com a presença de dois grupos formados exclusivamente por mulheres: as Nerds de Batom e as Mulheres na Tecnologia (MNT), que, inclusive, já conta com 241 integrantes oficiais e outras tantas participantes em suas listas de discussões e redes sociais.

Latinoware 2012

A Latinoware é promovida pela Itaipu Binacional e pela Fundação Parque Tecnológico Itaipu – Brasil, com o apoio da Companhia de Informática do Paraná (Celepar), do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), da Dataprev, do Google, da empresa Dextra e da Caixa Econômica Federal. Mais informações sobre o evento, podem ser obtidas no site www.latinoware.org.

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Ônibus Hacker é uma das atrações da Latinoware 2012

Em: outubro 16, 2012 as 13:31 por

Criado em 2011, o “Ônibus Hacker” vai invadir a Latinoware nos dias 17,18 e 19. O intuito do projeto é viajar por cidades brasileiras que estejam desenvolvendo ações relacionadas à apropriação tecnológica, questionamento e exercício de direitos.

O OH tem capacidade para viajar com 20 pessoas/hackers. Ao chegar no destino, metade dos bancos são retirados e a estrutura é transformada imediatamente num laboratório sobre quatro rodas. No novo espaço, são realizadas oficinas e atividades culturais. Na área externa, tendas e cadeiras são montadas para receber os vistantes que buscam novas tecnologias e processos de conhecimento livres.

No primeiro dia de evento, entre outras ações, o Ônibus promove uma Oficina com Pedro Belasco sobre “DIY: Rádio Livre – montagem da infraestrutura de uma rádio: da configuração da antena ao transmissor”, às 12h.

Já às 16h tem “Oficinas de Pinhole”, que vai ensinar como montar uma máquina fotográfica sem lente. E para fazer a sua própria máquina, basta levar uma lata vazia de achocolatado em pó. As atividades do dia serão encerradas com o “Cine Busão”, a partir das 19h.

Outras informações e programação completa disponível no site http://onibushacker.org/2012/10/10/busao-vai-pra-latinoware/.

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Inscrições ainda podem ser feitas na quarta-feira (17)

Em: outubro 15, 2012 as 13:21 por

Para aqueles que perderam o prazo de inscrições online – encerrado na última quarta-feira (10) – ainda há chances de participar de um dos maiores eventos de software livre da América Latina. As inscrições para a Latinoware poderão ser feitas pessoalmente, na secretaria do evento, localizada no estacionamento da Central de Cadastramento da Itaipu, a partir das 8h da próxima quarta-feira (17). O custo é de R$ 110,00, que deverá ser pago em dinheiro.

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Privacidade e segurança para os pequenos nas redes sociais

Em: outubro 11, 2012 as 15:08 por

Estima-se que 15% dos usuários do Facebook no Brasil é formado por crianças e adolescentes entre 13 e 17 anos. Nem tudo o que circula pelas redes sociais costuma ser bom proveito. Aproveitando a véspera do Dia das Crianças, a fundadora do projeto ‘Proteja seu filho na Internet’, Gracielle Torres apresenta um panorama sobre o assunto.

Ela será uma das atrações da Latinoware 2012, com a palestra ‘Privacidade e Segurança de Crianças nas Redes Sociais’, no dia 17, às 11h. Confira a entrevista completa e algumas dicas de como lidar com os pequenos:

Quais são os principais perigos escondidos nas redes sociais para as crianças?

As redes sociais têm atraído pessoas dos mais diversos níveis sociais, localização geográfica e idade. Por ser um ambiente aberto, de livre expressão, pessoas com os mais diversos interesses sentem-se à vontade para se expressar e se relacionar com outros grupos de mesma afinidade estabelecendo assim amizades virtuais.

Muitos amigos virtuais jamais se encontraram pessoalmente e muitas amizades são feitas apenas por sugestão de outros amigos ou pela própria rede social, escondendo aí o maior perigo para as crianças que possuem um perfil nas redes sociais: o perfil falso! Para criar um perfil numa rede social não é necessário nenhum documento de identificação ou comprovante de endereço.

Apenas alguns dados básicos são solicitados podendo o usuário falsear as informações fornecidas. Sendo assim, muitos perfis falsos são criados diariamente por pessoas de má índole que estão ali presentes com o objetivo de aliciar crianças. A pedofilia e o tráfico de drogas, por exemplo, são frequentemente explorados nas redes sociais fazendo diariamente milhares de vítimas inocentes.

Como podemos prevenir para que elas não sofram algum tipo de problema?

Apenas o acompanhamento dos pais durante as atividades da criança on line podem prevenir casos de abuso sexual, cyberbullying dentre outros problemas. Ao navegar junto com os filhos, os pais têm a chance de educá-las para o uso ético e seguro da internet, orientando para os perigos e armadilhas virtuais. Crianças não podem ser abandonadas durante seu processo de aprendizado para o uso de recursos e serviços da internet, especialmente as redes sociais, tornando-se autodidatas. Os pais devem aprender a usar antes para ensiná-las a utilizá-la com responsabilidade e segurança.

Nas partes de hardware e software, quais são as novidades na área da segurança?

Crianças necessitam de acompanhamento ou ainda monitoramento no uso das redes sociais, dependendo de sua idade. Existem muitas soluções gratuitas que atendem a diversos níveis de utilização (por faixa etária) para controle de atividades de crianças e que a maioria dos pais desconhece. Falaremos sobre algumas delas em nossa palestra e como sua utilização pode ajudar a manter as crianças seguras.

O que o público pode esperar de sua palestra na Latinoware?

Falaremos sobre o uso das redes sociais por crianças, apresentando um panorama de uso no Brasil e no mundo, comportamento, perspectivas, influências e principais problemas enfrentados, sob uma visão multidisciplinar, apresentando também soluções para a segurança pessoal e orientações preventivas a situações de risco. Sabemos que não é possível manter nossos filhos à margem da tecnologia nem tampouco excluídos das redes sociais, então o meu propósito é mostrar que é possível a sua utilização com responsabilidade e segurança aproveitando o melhor do seu poder de sociabilização.
 

* Gracielle Torres é Administradora de Empresas, empresária, diretora executiva da Globalconn Internet for Business, empresa fundada em 1995, uma das precursoras da Internet no Brasil; diretora e instrutora de cursos em segurança da informação do Centro de Treinamento Global Security; palestrante em segurança da informação; palestrante em segurança e proteção de crianças e adolescentes na Internet; Trabalha há 22 anos na área de Tecnologia da Informação, com experiência de 17 anos em Internet e Segurança da Informação. Fundadora do Projeto Proteja seu filho na Internet.

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Seu site está preparado para suportar um milhão de usuários simultâneos?

Em: outubro 10, 2012 as 16:58 por

Com a popularização da Internet, o sucesso de ter um grande número de acessos ou seguidores pode se transformar num grande problema. Sobre isso que Fernando Ike, engenheiro de de solução da Exceda/Akamai, vai ministrar a palestra ‘Como estar preparado para suportar um milhão de usuários simultâneos?’.

De acordo com Ike, “a maioria absoluta dos sites na internet não estão preparados para um sucesso rápido. E por não estarem preparados, os sites param de responder e a reputação ruim pode arruinar o negócio antes mesmo de se consolidar. Estar preparado para milhões de usuários simultâneos é o desafio colocado para os próximos anos”, revela.

Ainda de acordo com o engenheiro, no Brasil existem 70 milhões de internautas e o maior problema dos criadores de sites é em prever a quantidade de usuários. “Se somente 3% desses 70 milhões acessarem uma promoção relâmpago do seu site, provavelmente ele ficará indisponível, ou seja, ficará fora do ar”.

Os casos de sites “fora do ar” é muito frequente, principalmente em casos de venda de ingressos de shows internacionais ou relacionados ao governo federal. No dia 19 de outubro, durante a Latinoware, Fernando Ike vai trazer cases do problema e os desafios para o futuro. “A sociedade está entrando numa era em que todos estão conectando e interagindo. Desenvolver de maneira melhor os sites para obter um suporte de qualidade para esses usuários será um desafio constante a superar”, finaliza.

*Fernando Ike é engenheiro de solução da Exceda / Akamai e levemente curioso por sistemas distribuídos, relisilientes e qualquer coisa que puder melhorar a performance; Colaborou com alguns projetos de Software Livre como Debian, PostgreSQL, PGVM e Zabbix; Também colaborou com os podcasts como GDHcast e Navaranda Podcast.

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Ron Minnich e os detalhes do CoreBoot

Em: outubro 10, 2012 as 16:14 por

Atualmente há uma discussão grande e polêmica sobre uma nova implementação para BIOS. Conhecida como UEFI Secure Boot, ela prevê a implantação de um ‘Boot Assinado’, ou seja, um sistema operacional que só pode ser instalado na sua máquina se previamente assinado.

Para comentar um pouco sobre isso, uma das atrações internacionais da Latinoware 2012 será o engenheiro de software do Google, Ron Minnich. Além de apresentar o CoreBoot – uma tecnologia para implementação de BIOS livre criada por ele – ele vai abordar outros temas em sua palestra. Confira a entrevista completa:

Qual a situação de momento? Soubemos que a Microsoft estará lançando chaves de segurança de assinatura e as comercializará com outros vendedores de sistemas operacionais. A Red Hat e a Canonical já compraram. Como isto irá impactar um usuário ou empresa comuns ou um governo?

A situação hoje é que os PCs oferecem aos usuários a liberdade para fazer qualquer coisa que desejem. Os PCs têm sido desta forma desde a sua criação nos anos 70 – os criadores originais fizeram todos os esforços para mantê-los abertos o maior tempo possível. Mesmo a IBM, quando padronizou o que nós chamamos agora de PC, fez a abertura do projeto, inclusive fornecendo uma lista de BIOS que vinham com a máquina — embora sob direitos autorais, o que tornou necessária a engenharia reversa do BIOS.

O “secure boot” (“inicialização segura”) UEFI é projetado para restringir esta liberdade em nome da segurança. Desde o início da era do computador pessoal até agora, um proprietário de PC poderia iniciar qualquer sistema operacional que desejasse. Mesmo hoje, um usuário que queira converter um PC de Windows para Linux precisa apenas colocar um CD e apertar o botão para ligar. Os PCs mais novos não serão tão abertos. Para os sistemas x86, com “inicialização segura”, os PCs comerciais irão quase certamente iniciar somente o software — bootloader ou sistema operacional — assinado com a chave de propriedade da Microsoft, a menos que o criador do PC forneça uma maneira de desabilitar a “inicialização segura” — e o usuário saiba como desabilitá-la.

Enquanto for possível instalar certificados em PCs diferentes daqueles criados pela Microsoft, acredito que seja improvável que os vendedores passem por todo este problema. Enquanto as grandes distribuições podem conseguir seus acessos ou bootloaders assinados pela Microsoft, os ‘caras’ pequenos terão que encontrar os $99 para serviços assinados ou tentar convencer os usuários a desabilitar a “inicialização segura” — o que muitos usuários podem não estar dispostos a fazer. Nós podemos esperar campanhas tentando convencer os usuários a não “tornarem seus PCs menos seguros” desabilitando a inicialização segura. Em todo caso, esta parece uma barreira à entrada. Voltando a 1991, com estas limitações, seria difícil ver o Linux acontecer da mesma forma.

Com o ARM é muito pior, porque desabilitar a “inicialização segura” não é uma opção. O ARM esteve tradicionalmente muito aberto, mas esta abertura pode começar a mudar. Você pode encontrar um resumo aqui. http://mjg59.dreamwidth.org/13713.html

E, como foi ressaltado, as exigências de inicialização segura UEFI têm implicações para quais módulos podem ser carregados em Linux. Isto vai além do que apenas iniciar. De forma simples, com a inicialização segura UEFI, o PC aberto como nós conhecemos por mais de 30 anos acabou.

A implementação real da tecnologia assinada de inicialização irá permitir que um governo assine o software por sua própria conta?

Acredito que sim. Mas será um processo complexo que muitos governos podem não estar dispostos a estabelecer. Matthew explica muito melhor do que eu poderia: http://mjg59.dreamwidth.org/9844.html. Eu duvido que os governos façam qualquer coisa para tornar o sistema fechado mais aberto. Não está em sua natureza.

Nós vimos muitas tentativas de proteger dispositivos como tablets, smartphones, consoles de video game, etc. contra a execução de um código arbitrário com tecnologia similar e elas falharam em determinado ponto. Você acredita que a tecnologia de inicialização assinada para o PC comum poderá evitar entrar para esta lista?

Não tenho certeza. Certamente parece que diversas empresas estão tentando fechar o PC da mesma forma que estes outros produtos estão fechados. Ao mesmo tempo, eu nunca pensei que o Xbox 360 funcionaria com um código não assinado, no entanto este: http://www.howtogeek.com/95339/new-xbox360-hack-works-on-all-360-models-2/ funciona. Eu aprendi a não subestimar a engenhosidade de um grupo motivado de hackers.

Até onde nós sabemos, entretanto, a falta de participação da comunidade significa que a inicialização segura UEFI tem alguma falha e é o próximo WEP (http://en.wikipedia.org/wiki/Wired_Equivalent_Privacy), ou pode ser quebrada tão facilmente quanto o chip Clipper: http://en.wikipedia.org/wiki/Clipper_chip)

Esta tecnologia realmente fará diferença em relação à segurança, e quem deve ter o controle da chave secreta para assinar outros Sistemas Operacionais?

Isto garantirá de alguma forma que você não possa iniciar um sistema operacional não autorizado — presumindo que a EFI não tenha sido hackeada, sendo que foi, diversas vezes. A minha preocupação é que a inicialização segura UEFI parece ter mais do que um objetivo. Sim, está limitando o que pode ser iniciado como o único código “de confiança”. Está tornando também bastante inconveniente iniciar qualquer coisa além do Windows. A confusão de “iniciar um sistema operacional seguro” com “iniciar apenas o windows” não é desejável do meu ponto de vista.

Especialistas em segurança (eu não sou um deles) dizem que a real área de oportunidade para os “caras maus” é o browser. A inicialização segura UEFI naturalmente não tem nenhum valor para este problema. Restringir PCs para iniciar “sistemas operacionais assinados” parece-me a solução de um problema de controle para determinados vendedores, restringindo a liberdade de iniciar qualquer sistema operacional, mais do que resolvendo um problema de segurança. De qualquer forma, deve ser possível resolver o problema do sistema operacional assinado de uma maneira que seja menos inconveniente para os usuários — que, apesar de tudo, pagam pelo hardware que estarão restritos a utilizar de certas formas. Acredito que não seja uma boa troca. Poderia sem dúvida nenhuma ter sido resolvido de uma forma melhor se houvesse um maior envolvimento da comunidade.

Mas a participação da comunidade em seus projetos e implementação nunca foi uma prioridade da EFI, até onde eu sei.

*Ron Minnich é engenheiro de software do Google, inventor do LinuxBIOS em 1999; Conduziu o projeto nos seus primeiros 10 anos e recentemente voltou a trabalhar no Coreboot.

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